Muitas controvérsias envolvendo esses dois temas. Dois modos de encarar o longocurto caminho da vida. Quem acredita no destino espera paciente as coisas acontecerem naturalmente, ou se esforçam para tentar mudar de alguma forma o que “já está traçado”. Quem acredita no livre arbítrio sabe que tem a liberdade para escolher o caminho que vai caminhar, acredita que a vida é como um livro com muitas folhas em branco para preencher.

Já li muita coisa a respeito do destino, e até já foi comprovado cientificamente que ele existe, no entando pode ser mudado (de acordo com uma matéria da revista Superinteressante). Mas se ele realmente existe, poria em check algumas alegações bíblicas. Por exemplo, se Deus é tão bom, por que ele colocaria alguém no mundo com o destino de ser um assassino, estuprador, ateu, etc.? Quando coisas bonitinhas acontecem, como romances que dão certo depois de muito tempo, familiares que se reencontram, etc, dizem que foi o destino. Mas quando algo de ruim acontece, chamam de tragédia, catástrofe. Por que não dizem que era o destino de Suzane Richthofen matar os pais para ficar com a herança? Deus seria tão cruel assim de colocar alguém no mundo e traçando o destino dela pra sofrer a vida inteira ou ser extremamente mal?

O livre arbítrio também foi dado por Deus. Já dizia o apóstolo: “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas me convém.” Então se temos o poder de escolher que rumos vamos trilhar na vida, que decisões iremos tomar, como poderíamos ter destinos traçados no momento em que nascemos? 

Talvez, o destino seja traçado de acordo com atitudes que tomamos, lugares onde vivemos, pessoas que temos ao nosso redor, etc., e o livre arbítrio seja só uma ferramenta para podermos ter a certeza/sensação que estamos no controle de nossas vidas.

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