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“Não entendo por que um jogador de futebol chora. Os brasileiros choram o tempo inteiro. Toca seu hino, eles choram; eliminam o Chile, eles choram; perdem para a Alemanha, eles choram… Têm de mostrar que são homens, que são fortes. Nunca vi nada tão nefasto como a linguagem corporal dessa equipe.” Ex-jogador alemão Lothar Matthäus.

Essa afirmação bem verdadeira também se aplica à todos os atletas brasileiros de todos os esportes.

Mas o que me intriga de verdade é como a imprensa trata esse assunto. Se um lutador de outro país faz declarações antes de uma luta de UFC contra um lutador brasileiro, ele é chamado de “falastrão”, “polêmico” e criticam bastante a “postura” desse atleta. Em contrapartida hoje no Esporte Espetacular foi mostrado uma reportagem sobre o título da Fórmula 1 de 1987, onde o brasileiro Nelson Piquet venceu e exaltaram o jogo mental que ele fez contra o inglês Nigel Mansell. Mas, analisando as declarações do brasileiro antes das corridas, as coisas que ele fez (usar 2 rádios para ouvir o que era dito para o inglês por exemplo), é exatamente o que eles próprios criticam como “falastrão” e “polêmico”.

Ou seja, se brasileiro faz é aplaudido, mas, se antes de uma luta o cara disser:

“Acredito absolutamente que Demian Maia vai se aposentar neste fim de semana. Mesmo sabendo que ele não quer, vou forçar sua aposentadoria. Espero que ele tenha seu discurso de aposentadoria pronto.” Colby Covington.

Ele é criticado. Quem falou isso foi um norte americano, e o resultado da luta foi…. brasileiro nocauteado. Jogo mental parece ter ajudado.

A inteligência emocional e mental é algo que deveria ser trabalhado no Brasil do futebol ao esporte menos praticado, no futebol você vê essa fraqueza burrice quando o árbitro é rodeado por jogadores em qualquer falta e até marcação de escanteio.

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